Eu sou Vivi

Pisciana com ascendente em Áries e Lua em Gêmeos apaixonada por aprender e compartilhar minhas coletas.

Sou Terapeuta, Oraculista e Artesã e ajudo na reconstrução de pontes com a voz do coração e da intuição.

o que você procura?

newsletter

carta do Tarô Zen de Osho com um japamala bege e marrom

boas meninas

Muitas de nós fomos criadas, educadas, para sermos vistas como as boas meninas.

Tantas de nós tivemos a nossa educação girando em torno de agradar aos outros.

E assim crescemos.

Sempre tentando acertar.

Algumas vezes explodimos.

O fardo da perfeição era e é pesado demais.

Quantas vezes recebemos pessoas em casa que não suportávamos em casa e tínhamos que fingir que estava tudo bem?

Por educação. Pra ser a “boa menina”.

Quantas vezes sentimos raiva e tivemos que esconder?

Tristeza. Inveja. Rancor. Mágoa.

“Boas meninas não sentem esse tipo de coisa”.

Tem que ser amorosa, gentil e estar sempre sorrindo.

Cada vez que nos comportávamos como os outros esperavam ganhávamos um elogio, um sorriso, um abraço.

Mas, nas vezes em que fazíamos o que queríamos e, consequentemente, desagradávamos, éramos chamadas de feias, rebeldes, sem educação…

E quem é que é que gosta de ser chamada desse tipo de coisa?

Eu não gostava.

Muitas vezes tentei me adaptar ao que ouvia sobre ser uma boa menina.

Eu queria ser amada e elogiada.

Quantas de nós não adoeceram negando quem é?

Muitas e muitas outras continuam adoecendo.

Eu tentei sufocar sentimentos e me culpei muitas vezes por senti-los.

Mas sentimentos não podem ser ignorados. Eles existem.

Com o tempo desisti de tentar e aceitei os rótulos que surgiam com a minha “rebeldia”.

Anos depois, após muitas dores, descobri um novo conceito sobre as boas meninas: onde cada boa menina é boa, primeiramente, pra si mesma.

E aí eu entendi. Entendi, também, que ser boa é ser eu mesma.

Não porque atingi a perfeição, mas porque percebi que ser única, com minhas qualidades e defeitos é o meu grande poder.

Aliás, o nosso grande poder.

Que nós possamos cada vez mais nos respeitar e respeitar nossos desejos e sentimentos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *