flor roxa com sol ao fundo e uma abelha voando

Eu sou Vivi

Pisciana com ascendente em Áries e Lua em Gêmeos apaixonada por aprender e compartilhar minhas coletas.

Sou Terapeuta, Oraculista e Artesã e ajudo na reconstrução de pontes com a voz do coração e da intuição.

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Palpites invasivos

Uma reflexão sobre palpites invasivos de pessoas que acham que podem opinar na vida dos outros sem serem solicitadas.

Um dia desses eu estava feliz da vida parada tomando um Solzinho e aproveitando um dia quente depois de vários meses trancafiada em casa e uma senhora (que eu nunca vi nessa minha vida) surgiu do nada me abordou com tom desesperado:

– menina, sai desse Sol!

Eu sorri e disse:

– Não não. Eu amo o Sol!

Ela deu uma gargalhada e completou:

– Nossa, eu odeio e até passo mal! Fujo dele! Prefiro Chuva!

Depois dessa breve conversa sem pé e nem cabeça eu continuei lá no meu amado Sol e ela foi embora rindo.

flor roxa com sol ao fundo e uma abelha voando

Agora vem a pequena reflexão que isso rendeu só hoje, alguns dias depois do acontecido:
Já repararam em como nós às vezes queremos saber mais do que é melhor para o outro do que ele?

Isso soa até meio arrogante se a gente for parar pra pensar.

Se muitas vezes ficamos em dúvida até sobre o que é o melhor para nós imagine então ter a petulância de querer saber sobre o que é melhor para os outros…

O exemplo do que eu vivenciei pode até parecer meio bobo, mas quando eu fui parar pra pensar reparei que isso é bem mais comum do que parece e fui lembrando de várias situações bem semelhantes.

Acho que isso acontece, principalmente, quando vemos aqueles que nós amamos indo por um caminho que, para nós, parece que não é o melhor e, na tentativa de ajudar e com as melhores intenções, acabamos dando opiniões que nem foram pedidas sem respeitar o direito de escolha dos outros.

E que atire a primeira pedra quem nunca quis ajudar dando um conselho, não é?

Por aqui, sozinha com a minha consciência e com as minhas memórias, eu ainda vou continuar refletindo sobre essa questão de interferir na vida dos outros sem considerar o direito de escolha de cada um.

Hoje acolho a Viviane que também já fez isso muitas vezes.

E deixo para reflexão aqui no blog também um questionamento:

Será que nós temos condições de saber o que é melhor para o outro? Ou estamos projetando o que achamos que seria o melhor de acordo com as nossas crenças?

Vamos pensar sobre as nossas próprias ações.

Que não sejamos nós a sermos os que dão palpites invasivos na vida dos outros.

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