Eu sou Vivi

Pisciana com ascendente em Áries e Lua em Gêmeos apaixonada por aprender e compartilhar minhas coletas.

Sou Terapeuta, Oraculista e Artesã e ajudo na reconstrução de pontes com a voz do coração e da intuição.

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carta do Tarô Zen de Osho com um japamala bege e marrom

as rosas da vovó

Comentei sobre as rosas da vovó Bidinha em um post da Paula e isso mexeu comigo a ponto de render esse post aqui no blog.

Eu escrevi para ela, escrevi no meu caderno e escrevo, novamente, aqui:

Rosas sempre me lembram minha avó e a casa dela em Minas onde havia uma linda roseira.

Após a passagem dela a casa foi “acabando” porque não íamos lá, doía demais voltar.

No dia que fomos lá resolver a venda da casa já bem destruída pelo tempo duas coisas continuavam intactas: a roseira e os santinhos dela na cristaleira dentre eles uma imagem de Santa Luzia, protetora dos olhos.

O divino sempre permanece.

Acordei hoje com a certeza absoluta que, sim, o divino permanece.

Eu já tive essa sensação algumas vezes, mas nunca foi tão óbvio.

As rosas da vovó vieram me lembrar de que a nossa essência sempre estará presente ainda que o cenário aos nossos olhos esteja destruído.

Eu lembro como se fosse hoje a dor que senti ao ver a casa caindo aos pedaços, os móveis desgastados, o mato tomando conta de tudo…

Mas também lembro com tanto carinho do que resistiu ali no meio: a roseira da minha avó (e símbolo da cidade onde nasci, Barbacena) e os santinhos dela todos no mesmo lugar.

O mesmo já aconteceu comigo quando tantas vezes me vi em situações onde tudo parecia estar destruído, sem vida, sem salvação e, logo, depois algo me ajudava a recuperar a fé.

Alguns ciclos terminam, mas outros começam.

Continuamos caminhando pela vida e às vezes parece que perdemos algo em nós.

É quando nos distanciamos da nossa verdade.

Mas, com os olhos do afeto e da compaixão, podemos perceber que apesar de tantas coisas que nos feriram na caminhada e de algumas cicatrizes, há uma luz em nós que não se apaga.

Por mais que as vezes ela pareça estar bem fraquinha.

Ela continua ali.

Ela sempre continua.

A nossa conexão com o divino jamais se rompe.

As rosas e os santinhos da vovó me lembraram disso e espero que elas tenham te lembrem também.

Com amor,

Viviane

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